Ator do Grupo GRUTA de Teatro, Poeta e Contador de Histórias, Presidente do Grupo Má Cia. de Teatro, Arte-educador, estudante de Administração da UNAMA e de Filosofia da UFPA.
Sou tudo isso e nada disso, sendo apenas eu nesse abismo de sangue sem cor, sem amor, com muita dor nesse mundo que devora cada vírgula do meu existir supérfluo de sofrimento.
Ator e diretor de Teatro; fundador do Grupo Gruta de Teatro. É, sem dúvida, um expoente na cultura do Estado do Pará. A convivência com o Salú é sem dúvida um aprendizado inefável. Não poderia deixar de homenageá-lo nesta página.
Luz nas Trevas
Este espetáculo foi montado por um novo Grupo que está surgindo na cidade. É o grupo Má Cia. de Teatro que tem como diretor um grande nome do teatro paraense: Salustiano Vilhena.
"Mariano"
O Espetáculo "Mariano", de Paulo Faria, montado pelo Gruta de Teatro em 2001. Com certeza um espetáculo muito bonito.
O Tartufo
O Tartufo de Moliére. Em cena: o elenco do nosso Grupo Gruta de Teatro
Luz nas Trevas
Grupo Má Cia. de Teatro. Em cena: Evanildo Mercês e Carlos Gonçalves (esse companheiro de todas as lutas e de muitas conquistas nessa nossa militância política, artística e cultural). Ele merece essa homenagem.
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Por que somos Artistas?
Se em algum momento alguém, que ainda não entendeu o verdadeiro significado dos sons e dos timbres, lhe perguntar: “Por que você canta?”. Responda-lhe: “canto porque nasci chorando e o meu choro foi a primeira música que cantei para os ouvidos daqueles que nasci amando; canto porque sou feito dos sons que animam os dias e as noites daqueles que permanecem chorando na agonia causada pelas dores da espoliação diária do sofrimento; e canto tudo, em todos os cantos, e para todos em prantos, acordes de alegria e de paz para os que ainda não descobriram o amor dentro de si.” E se porventura alguém, que ainda não compreendeu a poética da verdade, lhe perguntar: “Por que você escreve?”. Responda-lhe: “Escrevo porque sinto que nem tudo pode ser cantado, mas há uma parte do todo que pode ser sentida e transportada em palavras de papel; porque tudo pode ser dividido na calada de um poema escrito na madrugada de solidão em prantos; porque tudo pode ser contado em metáforas da vida e em cirandas de paixões vividas; eu escrevo porque tenho verdades que denunciam a falsidade e a malícia da hipocrisia.” Quando alguém, que ainda nunca sentiu ou nunca viu o espírito humano se manifestar em outro, lhe perguntar: “Por que você atua?”. Diga-lhe sem atuar: “Atuo porque a vida é uma cena mal vivida e mal resolvida, e que precisa ser reinventada no tempo e no espaço que nos resta; porque o teatro é uma realidade transformista, reformista e socialista; porque é no teatro que eu resolvo ser ‘eu’ de verdade: corpo e espírito dialogando num transe perfeito com o mundo que me oprime e me exclui da vida real.” E quando alguma pessoa preconceituosa, invejosa e infeliz lhe perguntar: “Por que você dança?”. Ouça o seu coração, ilumine-o com a razão e diga sem medo: “Danço porque o mundo é feito de movimento, num tormento eletrizante, que arrebata a minha alma para o mundo dos anjos na cadência das trombetas e no esvoaçar do vento; Danço porque sou, como todos os anjos, filho de Deus, e ele é o Senhor que orquestra a sinfonia do meu compasso e guia cada coreografia no caminho da liberdade em ritmo de samba e de toada; Danço porque eu só acredito num Deus que sabe dançar, que sabe cantar, que sabe escrever, que sabe atuar, que sabe ser feliz!... Eu só acredito num Deus artista! E é por isso que eu canto, danço e interpreto a poesia da vida.”
Evanildo Mercês 01/12/2008
Luz nas Trevas
A peça de Brecht: densa, tensa, visceral, um soco no estômago.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A Peleja dos soca-socas João Cúpú e Zé Bacú, do Grupo Gruta de Teatro.
Um comentário:
Anônimo
disse...
Meu bem meu bem meu bem, vc esta muito legal, gostei muito do blg, me ensina a fazer o meu?srsrs
Um comentário:
Meu bem meu bem meu bem, vc esta muito legal, gostei muito do blg, me ensina a fazer o meu?srsrs
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